12.14.2005

perpetualidade do amor na infinitude desconfiança de amar um ao outro

E então, tirou-se a pensar sobre o amor, e como fazia de tudo uma coisa tão tola, mas tão tola que mal sentia a importância dos sentimentos, ou do que sentia ser.
- Não há nada mais que apaixonar-se? E amar pela primeira vez? Porque todos os amores seguintes não chegam a plenitude do primeiro? Será que a insegurança de amar novamente e ver tudo escorrer pelas mãos não o faz forte o bastante para que enfrente tudo de novo a fim de sentir aquela imensa plenitude de sensações que é estar apaixonado completamente? Não terei, então, uma segunda chance? Que injusto me faço ao pedir o que eu mesmo posso me dar, liberando-me do que me prende ao passado e deixando com que sonhe com o futuro a minha frente. Só sei disto, que preciso me livrar do tempo e aprender a me largar de novo em queda livre rumo ao teu coração. Mas sei que sinto.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

As vezes o infinito de um sentimento é menos do que achamos está sentindo...o amor nada ou mais é do q algo que construimos ao passar do tempo,que sentimos e destruimos ou que pode ser destruido por alguém...Amar é a coisa mais linda q eu sinto se perpetualizando dentro de mim a cada dia!
Na verdade eu nem sei se amo mas tenho certeza de que fui criado pelo Amor de um SER',incrivelmante,profundo e amoroso...DEUS!

4:48 PM  

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